Périplo /ˈpɛ.ɾi.plu/ pé.ri.plo (do Gr. períplous, pelo lat. periplu, circum-navegação) s. m 1 Navegação à volta de um continente, de um mar ou pela costa de um país. 2 Viagem em que se retorna ao ponto de origem. 3 Viagem turística de longa duração. 4 Descrição de uma viagem desse gênero.
5 Produtora cultural brasileira dedicada à realização de projetos de intercâmbio artístico

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A Ira de Narciso - Gilberto Gawronski
A Ira de Narciso - Otávio DantasA Ira de Narciso - Otávio DantasA Ira de Narciso - Otávio Dantas A Ira de Narciso - Otávio Dantas A Ira de Narciso - Otávio DantasA Ira de Narciso - Otávio DantasA Ira de Narciso - Otávio Dantas A Ira de Narciso - Otávio DantasA Ira de Narciso - Otávio Dantas

A Ira de Narciso

Seguindo a linha de auto-ficção de Sergio Blanco, "A ira de Narciso" é um monólogo em primeira pessoa que relata a permanência do autor na cidade de Ljubljana, onde é convidado a dar uma palestra sobre o famoso mito de Narciso. Tendo como ambientação única o luxuoso quarto 228 do hotel onde o autor está hospedado, o texto apresenta os últimos preparativos desta conferência ao mesmo tempo que nos conta sobre os diferentes encontros com um jovem Esloveno que acabara de de conhecer.

A partir da descoberta de uma mancha de sangue no carpete, o relato da viagem profissional e dos encontros amorosos dá lugar a uma intriga policial obscura e inusitada.
Alternando sutilmente narração, palestra e confissão, a "Ira de Narciso" é uma jornada fascinante e arriscada que conduz o espectador num confuso labirinto do eu, da linguagem e do tempo.

SOBRE O ESPETÁCULO

O monólogo autoficcional A Ira de Narciso, do consagrado diretor franco-uruguaio Sergio Blanco, ganha sua primeira versão brasileira, com direção de Yara de Novaes. O espetáculo, com Gilberto Gawronski no elenco, estreou no Festival de Curitiba  e fez sua primeira temporada no auditório do SESC PinheIros em São Paulo.

A montagem original foi dirigida pelo próprio Blanco, com atuação do dramaturgo e diretor uruguaio Gabriel Calderón. Essa versão foi apresentada no Brasil na última edição do Mirada – Festival Iberoamericano de Artes Cênicas. Naquela ocasião, o produtor Celso Curi assistiu ao espetáculo e logo decidiu traduzi-lo e remontá-lo.

“Enlouqueci com a qualidade da montagem e especialmente do texto. Entrei em contato com o Sergio Blanco imediatamente e falei do meu desejo de traduzi-lo e comprar os direitos de montagem para o Brasil. Mostrei o texto para o Gilberto Gawronski – de quem sou fã e amigo – e ficamos um bom tempo enamorados pelo texto, discutindo a obra como se fizéssemos parte de uma seita”, comenta o idealizador da peça.

A narrativa em primeira pessoa é inspirada na visita do autor à cidade de Liubliana, na Eslovênia, onde ele foi convidado a ministrar uma palestra sobre o famoso mito de Narciso. A história se passa no quarto de hotel nº 228, onde o escritor narra os últimos preparativos para essa conferência, enquanto tenta desvendar uma misteriosa mancha de sangue no tapete e encontra-se com um jovem esloveno que acabou de conhecer.

Para a diretora Yara de Novaes, a peça cria uma reflexão sobre o artista contemporâneo em embate consigo mesmo, com sua criação, o mundo das coisas e a natureza. “Um texto muito atual que reflete sobre o efeito hipnótico que a nossa imagem exerce sobre nós e sobre como essa autocontemplação pode ameaçar a nossa própria vida. Trabalhar com Gilberto Gawronski e Celso Curi na mesma sala de ensaio é um constante aprendizado sobre o que é a vida no teatro, sobre o que é ser artista brasileiro, sobre o amor inconteste pela arte”, comenta.

Já Gawronski ressalta o entusiasmo com a montagem: “Fazer Sergio Blanco é um desafio que justifica os 40 anos de palco que venho me dedicando nesta existência. Estar sob o comando de uma artista do teatro, Yara, a quem admiro muito só me deixa ainda mais entusiasmado. Encontro nesta obra elementos desta escrita cênica contemporânea que podem propiciar um excelente exemplo do teatro atual, essa autoficção”.

FICHA TÉCNICA

Autor: Sergio Blanco / Idealizador e Tradutor: Celso Curi / Ator: Gilberto Gawronski / Diretora: Yara de Novaes / Diretor Assistente: Murillo Basso / Diretor Musical: Dr. Morris / Cenógrafo: André Cortez / Iluminador: Wagner Antonio / Figurinista: Fábio Namatame / Assistente de Cenografia: Fernando Salles / Orientador Vocal: Caio Ferraz / Cenotécnico: Marcelo Andrade e Zé Valdir / Eletricista: Marcos Pinto / Fotos: Otávio Dantas e Marcelo Alemeida / Técnico de luz: Jimmy Wong / Técnico de som: Renato Garcia / Produtores Executivos: Pedro de Freitas e Clara de Cápua/ Périplo Produções / Diretores de Produção: Celso Curi e Wesley Kawaai / Produtores Associados: Parnaxx, GPS Produções Artisticas, OFF Produções Culturais

DURAÇÃO
120 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA
18 anos

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