Périplo /ˈpɛ.ɾi.plu/ pé.ri.plo (do Gr. períplous, pelo lat. periplu, circum-navegação) s. m 1 Navegação à volta de um continente, de um mar ou pela costa de um país. 2 Viagem em que se retorna ao ponto de origem. 3 Viagem turística de longa duração. 4 Descrição de uma viagem desse gênero.
5 Produtora cultural brasileira dedicada à realização de projetos de intercâmbio artístico

CONTATO

+55 11 2503-0179
+55 11 2503-0259
contato@periplo.com.br

ENDEREÇO

R. Afonso Celso, 69
Vila Mariana - São Paulo
04119-000

 

PROJETOS ANTERIORES

 

 

 

 

<Artistas & Projetos

Meia-Meia - Luís Marmora
Meia-Meia - Zeca CaldeiraMeia-Meia - Zeca CaldeiraMeia-Meia - Zeca Caldeira Meia-Meia - Zeca Caldeira Meia-Meia - Zeca CaldeiraMeia-Meia - Zeca CaldeiraMeia-Meia - Zeca Caldeira Meia-Meia - Zeca CaldeiraMeia-Meia - Zeca Caldeira

Meia-Meia

O anão MEIA-MEIA conta com humor mordaz detalhes do que acontece nos subterrâneos do Palatz, seu amor pela guerra e como, atrelado completamente a seu Printz, conduz à desolação a família real, seus aliados e toda a gentalha do reino.MEIA-MEIA é um pequeno terrorista. A peça é livremente inspirada no romance O anão, do escritor sueco Pär Lagerkvist, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, em 1951

SOBRE O ESPETÁCULO

A busca pelo poder e o lado mais mesquinho e sórdido do ser humano são motes de Meia-Meia, dirigido por Georgette Fadel e Juliana Jardim, livremente adaptado do romance “O Anão” (1944), do sueco Pär Lagerkvist (vencedor Prêmio Nobel de Literatura em 1951) por Vadim Nikitin, Georgette Fadel e Luís Mármora. O espetáculo estreou em outubro e 2018 no Espaço Cênico do Sesc Pompeia. 

Este é o primeiro monólogo de Luís Mármora, que também foi idealizador da montagem. “O espetáculo nasceu de um convite meu para o Vadim Nikitin. Eu queria fazer um monólogo que tivesse a política como temática central. Não queria um personagem que fosse a representação do poder, mas que desfrutasse dele, bebesse dos privilégios. E o Vadim lembrou dessa obra que é praticamente desconhecida atualmente no Brasil, teve uma única edição em 1970. Embora tenha sido escrito em plena 2ª Guerra Mundial, em alguns trechos do romance dá quase para dizer que é uma ficção para a teoria de Maquiavel, sobre como este descreve as possíveis tomadas de poder”, comenta o ator. 

Com humor ácido e mordaz, o personagem representa a maldade e a pequenez humanas. “O anão tem uma potência muito destrutiva. Claro que o apelo teatral faz com que tonemos a figura dele ainda mais sedutora do que no romance. E o humor vem sempre pela inversão de tudo o que seria uma demonstração de amor. Então, ele diz coisas do tipo ‘como amor é uma coisa repugnante’, ‘como é desprezível a mão de uma criança’”, revela Mármora. 
A ideia é justamente explicitar como esse tipo de comportamento desprezível também faz parte do ser humano. “Ele expõe o que há de mais sombrio na força humana, que é uma coisa com a qual temos nos deparado cada dia mais nas relações político-sociais. As relações se tornam cada vez mais explicitamente violentas e dominadas pelo ódio. Ele vem para questionar como lidamos/domamos isso”, comenta. 

SOBRE PAR LAGERKVIST

Ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 1951, o sueco Pär Lagerkvist (1891-1974), é autor de uma vasta obra dividida entre dramaturgia, ensaio e romance. Estudou História de Arte na Universidade de Upsália e partiu, em 1913, para Paris, na França, onde foi influenciado pelo expressionismo. Avesso à exposição pública, firmou-se no panorama literário sueco devido à simplicidade de sua escrita e à sua oposição ao artificialismo.

A crítica violenta aos regimes totalitários e a reflexão profunda sobre o bem e o mal, a deformação moral e a ferocidade implacável são os temas obsessivos dos seus livros, cuja força reside nas personagens memoráveis que cristalizam impulsos eternos do homem.

Outras obras escritas por ele são “Barrabás” (1950), “The Marriage Feast” (1954), “Pilgrim at Sea” (1962), “Guest of Reality” (1935), “Sibyllan” (1956), “Onda Sagor” (1924) e “Mariamne: a novel” (1967).

FICHA TÉCNICA

Idealização e Atuação: Luís Mármora / Dramaturgia: Vadim Nikitin, Georgette Fadel e Luís Mármora / Direção: Georgette Fadel e Juliana Jardim / Iluminação: Aline Santini / Direção Musical e Trilha Original: Luiz Gayotto / Cenografia e Figurinos: Silvana Marcondes / Cenotécnico: Isaac Tiburcio / Assistência de Adereços: Natalia Telles / Confecção de Figurinos: Ateliê Judite de Lima / Envelhecimento de figurinos: Foquinha / Assistente de palco: Adolfo Barreto / Operador de Luz: Pajeú Oliveira / Registro Fotográfico: Zeca Caldeira / Projeto Gráfico: Sato do Brasil e Murilo Taveira – CasaDaLapa / Assessoria de Imprensa: Pombo Correio / Assistência de Produção: Carla Gobi e Adolfo Barreto / Direção de Produção: Pedro de Freitas - Périplo Produções / Realização: Luís Mármora - Marmorhaus Produções Culturais

DURAÇÃO
70 minutos

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA
14 anos

CLIPAGEM
Visualize o que já foi publicado sobre o espetáculo na imprensa aqui

VÍDEOS
Vídeo completo - clique aqui

FOTOS
Baixe fotos em alta resolução clique aqui

NECESSIDADES TÉCNICAS
Em breve